terça-feira, 17 de novembro de 2009

Pego ou Pegado???


Pego ou Pegado?

Ele foi PEGO ou PEGADO em flagrante?

Existem alguns verbos que nos deixam de cabelo em pé: GANHO ou GANHADO, GASTO ou GASTADO, PAGO ou PAGADO, PEGO ou PEGADO.

Alguns gramáticos defendem o uso exclusivo da formas clássicas: GANHADO, GASTADO, PAGADO e PEGADO.

Outros preferem o uso exclusivo daquelas formas que o brasileiro consagrou: GANHO, GASTO, PAGO e PEGO.

Há ainda os moderados. São aqueles que aceitam as duas formas de acordo com a regra dos particípios abundantes:

1. Após os verbos TER ou HAVER, devemos usar a forma clássica: tinha aceitado, havia suspendido, tinha ganhado, havia gastado, tinha pagado;
2. Após os verbos SER ou ESTAR, usamos a forma irregular: foi aceito, estava suspenso, fora ganho, era gasto, será pago.

O mestre Celso Cunha defende o uso de ganho, gasto e pago após qualquer verbo auxiliar: ser ou ter ganho, ser ou ter gasto. Assim sendo, “a conta foi paga”, mas “ele tinha pago ou pagado a conta”.

Concordo com o professor Celso Cunha. Não podemos jogar no lixo as formas clássicas nem ignorar as novidades lingüísticas. Incluo ainda o verbo PEGAR. A forma PEGADO estará sempre correta, mas a forma PEGO está consagradíssima: “Ele tinha PEGADO os documentos” e “Ele foi PEGO em flagrante”.

Inaceitáveis ainda são as tais histórias de “ele tinha chego” e “ele tinha trago”. Nesse caso, no padrão culto da língua portuguesa, as formas clássicas estão preservadas: “ele tinha chegado” e “ele tinha trazido”.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Trancada no banheiro da escola


Você já ficou trancada num banheiro público?
Se não ficou, é melhor andar prevenida...
Só entre em um banheiro com chave de fenda na bolsa, chave Philips, alicate e um celular se tudo isso não resolver...
Hoje fiquei simplesmente uns 50 minutos trancada no banheiro da minha escola. Enquanto o chaveiro não vinha, fiz uso dos meus conhecimentos de marcenaria. Arranquei o trinco, mas ele estava espanado, então girava, mas não abria, então tirei os três pinos que ficam atrás da porta, com uma chave de fenda fina e um martelo. Portanto, amiga, é melhor prestar atenção a estes detalhes, porque se o chaveiro ( o cara que trabalha com chaves ) demorar, é melhor você se virar sozinha. Enquanto os colegas gritam e torcem por você lá de fora, você dá conta do recado ...hehehe
sã e salva, só comemorando hehehe

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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Falando da Noruega






Estátua viva, centro de Oslo



Estátua viva, centro de Oslo, capital da Noruega



Em frente ao Parlamento Norueguês





Centro da capital: Oslo














Jardins e praças





Amei essa fonte, a idéia é interessante, vários canos que soltam água, parece fácil de fazer...


O efeito é muito bonito...


Este é o Palácio do Rei Harold...





Palácio Real Norueguês


Guarda da Realeza







No Jardim do Palácio, simplesmente aberto ao público...



Caminhada para a montanha de Gaustattopen, uma das mais altas do país ...



Centro de Oslo


Vista do alto da Montanha de Gausttatopen







Brasil fica em 75º lugar no ranking de IDH



O Brasil está na 75ª posição no ranking do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que avalia 182 países, e teve uma pontuação de 0,813, por isso permanece no grupo dos países considerados de alto desenvolvimento humano - aqueles com IDH superior a 0,800. No último levantamento, o país aparecia na 70º posição, mas com índice menor: 0,807. Os dados foram divulgados no dia 05 de outubro pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e referem-se ao ano de 2007.


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) mede os avanços alcançados por um país em três aspectos: vida longa e saudável (baseado na esperança média de vida ao nascer), acesso ao conhecimento (baseado na alfabetização e na escolarização) e nível de vida digno (baseado no PIB per capita associado ao poder de compra em dólares americanos). Os países são classificados dentro desses aspectos em valores médios entre 0 e 1.
Noruega, Austrália e Islândia ocupam os três primeiros lugares do ranking, com índices de 0,971, 0,970 e 0,969, respectivamente. Na outra extremidade, Níger (0,340), Afeganistão (0,352) e Serra Leoa (0,365) tiveram os piores índices. O Afeganistão volta ao ranking depois de ficar 13 anos fora.
Ranking do IDH 2009
Pos.
País
IDH
1
Noruega
0,971
2
Austrália
0,970
3
Islândia
0,969
4
Canadá
0,966
5
Irlanda
0,965
13
EUA
0,956
44
Chile
0,878
75
Brasil
0,813
180
Serra Leoa
0,352
181
Afeganistão
0,352
182
Níger
0,340
Fonte: PNUD
As diferenças entre a Noruega e o Níger, segundo aponta o Pnud, são gritantes. No país africano, por exemplo, a esperança de vida ao nascer é de apenas 50 anos, contra 80 anos no país escandinavo, e para cada dólar ganho no Níger, são ganhos 85 dólares na Noruega.
Por isso, o relatório destaca que, apesar da maioria das regiões ter apresentado progresso significativo e da melhoria no IDH dos países ter sido de 15% em média desde 1980, as desigualdades no bem-estar das populações de países ricos e de países pobres continuam a ser "inaceitavelmente elevadas".
"Apesar das melhorias significativas registradas ao longo do tempo, o progresso tem sido irregular. Muitos países testemunharam retrocessos nas últimas décadas devido às retrações econômicas, às crises induzidas por conflitos e às epidemias de HIV/Aids. E tudo isto antes de se sentir o impacto da atual crise financeira mundial", explicou a principal autora do relatório da ONU, Jeni Klugman.
Sobe e desce
Na comparação com o último ranking, cinco países se destacaram por terem subido três ou mais posições: China, Colômbia, França, Peru e Venezuela. A França, que no ano anterior não aparecia entre os 10 primeiros, voltou o grupo.
O relatório da ONU atribui esse avanço aos aumentos nos rendimentos e na esperança média de vida. Na China, na Colômbia e na Venezuela, houve também uma melhoria significativa na educação.
Ao todo, cinquenta países desceram uma ou mais posições em relação ao ano anterior. Mas um número semelhante também subiu. Sete países desceram mais de duas posições: Luxemburgo, Malta, Equador, Líbano, Belize, Tonga e Jamaica.
Entre os menos desenvolvidos, Gana se destacou por ganhar duas posições, evolução atribuída a melhorias na educação. Chade, Maurícia e Suazilândia, por outro lado, desceram dois lugares.
IDH Muito Elevado
Uma nova categoria de países foi incluída no ranking deste ano: o IDH Muito Elevado. Ela agrupa as nações no topo da classificação e com o novo corte é possível evidenciar discrepâncias ainda maiores entre os países.
Por exemplo, moradores de países com IDH Baixo têm rendimentos médios per capita inferiores a US$ 1 mil por ano, enquanto moradores de países de IDH Muito Elevado conseguem ganhar em média US$ 37 mil.